Thierry Henry diz que o cenário mais justo para lidar com a polémica qualificação da França, impulsionada pela mão do avançado no lance do golo de Gallas, seria repetir o jogo entre a sua selecção e a Irlanda.
“Não sou um batoteiro e nunca foi. Foi uma reacção instintiva a uma bola que vinha muito rápida numa zona com muitos jogadores”, justificou o futebolista do Barcelona num comunicado.
“Claro que a repetição do jogo seria a solução mais justa, mas está fora do meu controlo. Não há muito mais que possa fazer além de admitir que joguei a bola com a mão”, afirmou Henry. O francês acrescentou que nunca escondeu que tinha controlado a bola com a mão antes de cruzar para o golo de Gallas, que valeu o empate (1-1) no Stade de France e a qualificação para o Mundial.
Henry disse ainda que lamenta o que aconteceu à Irlanda. “Sinto-me envergonhado pela maneira como ganhámos e lamento pelos irlandeses, que definitivamente mereciam estar na África do Sul .